A Energia Solar na Cidade de Campinas

Quando os fundadores da Solstício Energia abriram a empresa em 2012, a escolha de Campinas como sede parecia óbvia. Afinal, eles haviam se formado na Unicamp e decidido iniciar a empresa dentro da incubadora da Universidade. Contudo, a cidade apresentou muitas outras oportunidades para os jovens empreendedores.

O potencial de energia solar de Campinas

Campinas é uma cidade que se destaca quando o assunto é energia solar fotovoltaica. Atualmente, é a 11ª cidade com mais sistemas fotovoltaicos instalados do Brasil, com 1481 sistemas totalizando 9,15MW de potência.

É também uma cidade com um elevado potencial solar, com uma irradiância de 1899 kWh/m2/ano, superior à de cidades conhecidas por suas praias ensolaradas, como Rio de Janeiro (1768 kWh/m2/ano) e Vitória (1836kWh/m2/ano). Isso faz com que o rendimento dos sistemas fotovoltaicos seja elevado, trazendo maior economia para os clientes.

Vista aérea da cidade de Campinas. Fonte: Portal da RMC

1481
Sistemas Instalados

11ª cidade
com mais sistemas

9,15MW
de potência

O potencial tecnológico de Campinas

Além do clima propício, Campinas sempre demonstrou pioneirismo na adoção da energia solar. A Unicamp sempre realizou pesquisas, como na purificação do silício, células orgânicas e inversores, contanto com laboratórios especializados, como o LESF (Laboratório de Energia e Sistemas Fotovoltaicos) e o LNES (Laboratório de Nanotecnologia e Energia Solar).

Junto com a CPFL Paulista, desenvolveu projetos de Pesquisa e Desenvolvimento para fomentar a adoção da energia solar, como a Usina Solar de Tanquinho em 2012, uma das primeiras usinas solares de grande porte do Brasil.

Posteriormente, em 2016, houve o desenvolvimento do projeto dos 200 telhados, que instalou sistemas fotovoltaicos em mais de 200 residências e comércios do distrito de Barão Geraldo. O objetivo foi estudar os impactos que estes sistemas causariam sobre a rede elétrica.

Em 2019 instalou na Unicamp um sistema fotovoltaico de 534kWp, como parte do projeto Campus Sustentável e do Programa de Eficiência Energética da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), conduzido pela CPFL Paulista e executado pela CPFL Soluções. A Solstício Energia realizou a instalação dos sistemas em parceria com a CPFL Soluções.

Outra grande universidade da cidade, a PUC Campinas, também desenvolve pesquisas sobre energia solar e em 2015 instalou um projeto inovador, de 13kWp, com o conceito BIPV onde os painéis fotovoltaicos são integrados à edificação, fazendo o papel do telhado do laboratório. Saiba mais sobre esse projeto aqui! E além deste projeto, desenvolvido e instalado pela Solstício Energia, a PUCC está instalando em 2020 um novo sistema, 30 vezes maior, com 417kWp, também junto com a Solstício Energia!

A cidade ainda conta com a presença de fabricantes de equipamentos, como a chinesa BYD, fabricante de painéis fotovoltaicos, e a espanhola Ingeteam, fabricante de inversores. Além dessas, existem outras empresas que, assim como a Solstício Energia, trabalham no projeto e instalação destes sistemas.

Quanto custa um sistema de energia solar em Campinas?

Para facilitar, vamos pegar como exemplo uma residência que possui uma conexão bifásica (para entender melhor o que é uma conexão bifásica, clique aqui) com um gasto médio de R$ 500 por mês de conta de luz.

Isso representa um consumo de 670 kWh mês, pois o preço do kWh para clientes residenciais nesta faixa de consumo é de cerca de R$ 0,747 na CPFL Paulista.

Lembrando que todos os valores utilizado para esta simulação, como a tarifa de energia por exemplo, foram consultados no mês de maio de 2020. 

Como sabemos, não é possível zerar a conta de luz, pois a distribuidora irá sempre cobrar o consumo mínimo, que para um cliente com conexão bifásica é de 50kWh/mês. Levando este fator em consideração, ao dimensionar o sistema, temos uma meta de geração de 620kWh/mês.

Claro que o consumo da residência varia mês a mês, e a geração do sistema fotovoltaico também. Conforme a irradiância solar, existirão meses que o sistema irá gerar mais energia do que o consumido, e meses que o consumo será maior que a geração. Contudo, a resolução 482/2012 permite que o excedente da geração seja injetado na rede, gerando créditos para abater o consumo do mês seguinte.

Voltando à nossa análise, sabemos que cada painel fotovoltaico de 380Wp gera em torno de 45kWh/mês em Campinas. Então para gerar 620kWh/mês, precisamos de 14 painéis, o que dá um sistema de 5,32kWp que custa na faixa de R$ 24.500,00.

Se você quiser saber mais sobre o preço de sistemas solares FV clique aqui. E para saber mais sobre como a solstício Energia elabora as propostas técnico-comerciais, clique aqui.

E qual o benefício de investir em um sistema fotovoltaico?

A conta de R$ 500/mês passará para R$ 49,10/mês. Uma redução de 90%! Quem instalou um sistema deste terá agora que pagar apenas o consumo mínimo, e o ICMS da parcela TUSD da energia que for injetada na rede.

Além desta redução na conta, ter um sistema fotovoltaico também protege das bandeiras tarifárias e futuros aumentos na conta de luz. Com isso, o retorno do investimento se dará em 4 anos e 3 meses.

Mas, investimento de R$ 24.500.00 para economizar R$ 450,00 por mês (R$ 5.400 ao ano), é um bom negócio? Vamos comparar com o rendimento que você teria mantendo esse dinheiro aplicado em investimentos de renda fixa.

Ou seja, investir em energia solar rende quase 5 vezes mais que deixar o dinheiro na poupança!

Aqui falamos de um caso hipotético, mas que tal conhecer um pouco mais sobre um cliente da Solstício Energia? Um ótimo exemplo é a academia Golden, em Campinas, que instalou um sistema fotovoltaico de 12,35kWp em 2019 e reduziu o valor da sua conta de luz pela metade. Saiba mais sobre esse caso clicando aqui!