Brasil supera marca 10 mil em geração distribuída solar - Solstício Energia

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Brasil dobra o número de instalações de paineis fotovoltaicos em seis meses

Retangulo: 2/3 amarelo e 1/3 branco. Na porção amarela, um texto roxo escuro diz Brasil dobra instalações de energia solar em seis meses. Abaixo, o logo da Solstício Energia. Na porção branca, um sol amarelo envolto de uma tomada e um fio laranja. Capa do post sobre o crescimento da geração distribuída solar.

Dados atualizados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostra que a geração distribuída solar mantém a dianteira entre as fontes renováveis para a modalidade no Brasil.

A fonte mais utilizada pelos consumidores continua sendo a solar, com 10.324 adesões

No começo de maio, o número de conexões de micro e minigeração de energia superou 10 mil instalações no Brasil de acordo com a Aneel. Entre as diferentes fontes, existem atualmente 10.431 micro e mini usinas, sendo elas centrais de geração hidrelétrica, usinas fotovoltaicas, usinas eólicas e usinas termelétricas. Juntas, têm a potência instalada de 113.678,48 Quilowatts (kW).

Contudo, a fonte mais utilizada pelos consumidores é de longe a solar com 10.324 sistemas instalados, seguida da eólica com 50 instalações. As instalações ao final de 2016 estavam na margem das 5 mil conexões, mostrando que o país dobrou as instalações de energia solar em apenas seis meses. Confira abaixo os dados completos.

Tabela com o nome GERAÇÃO DISTRIBUÍDA com dados de CGH (Centrais Geradoras Hidrelétricas), EOL (Usinas eólica), UFV (Unidades fotovoltaicas) e UTE (usinas termlétricas). Entre os dados de geração distribuída, mostram o tipo de fonte, a quantidade de UCs que recebem os créditos e a potência de cada fonte.

Dados da Aneel sobre geração distribuída.

Benefício aos consumidores

A adoção de energias renováveis para geração de eletricidades pelos próprios consumidores é uma ação a ser incentivada no país. O potencial brasileiro para a  geração distribuída solar, por exemplo, é muito grande e ainda está em fase inicial comparado ao ponto que pode chegar.

O grande estímulo à esse mercado no Brasil foi a Resolução Normativa Aneel nº 482/2012. A norma estabelece as condições gerais para o acesso de micro e minigeração aos sistemas de distribuição de energia elétrica e cria o sistema de compensação de energia elétrica, que permite ao consumidor instalar sistemas fotovoltaicos em sua unidade consumidora, por exemplo.

Instalando um sistema fotovoltaico em seu imóvel, o consumidor ainda contribui para um mundo mais limpo e sustentável. A energia solar fotovoltaica é uma fonte renovável que não emite gases e poluentes no processo de geração de eletricidade, além de contribuir com a redução de perdas e dos custos com ampliação da rede elétrica.

Como funciona a geração distribuída solar?

A resolução denomina microgeração distribuída a central geradora com potência instalada de até 75 Quilowatts (kW) e minigeração distribuída – aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas à rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Caso a geração seja maior que o consumo, o excedente é injetado na rede elétrica, gerando créditos de energia, válidos por 60 meses. Quando a geração for menor do que o consumo, será utilizada a energia da própria rede elétrica. Os créditos de energia possuem o mesmo valor da eletricidade da rede e podem ser utilizados para abater o consumo, diminuindo assim o valor da conta de energia.

Existem diferentes modalidades para o consumidor inserido nas diretrizes da geração distribuída e a Solstício Energia tem profissionais capacitados para oferecer a solução exata para você. Entre em contato com nossa equipe e faça parte dessa mudança com a gente!

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